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Sobre Acessibilidade
"Para que uma edificação ou espaço seja considerado acessível é necessário que ele tenha sido projetado e executado em conformidade com as exigências legais e de acordo com o estabelecido nas Normas Brasileiras (NBRs) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Não podem ser tidos como acessíveis, portanto, locais em que as exigências legais referentes à acessibilidade foram observadas de modo parcial, pois um espaço é, ou não, acessível." Decreto nº 5.296/04

Acessibilidade Universal
Quando se fala em acessibilidade normalmente pensamos nos cadeirantes, que certamente é o segmento da população com maior barreira de livre acesso, mas a acessibilidade, propõe a inclusão de todas as pessoas.
Legislação
A Legislação vigente promove a acessibilidade de pessoa com necessidades especiais, PNE, a que possui limitação ou incapacidade para o desempenho de atividade com deficiência física, auditiva, visual e mental, assim como a pessoa com mobilidade reduzida, aquela que, não se enquadrando no conceito de pessoa portadora de deficiência, tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se, permanente ou temporariamente, gerando redução efetiva da mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção.
Arquiteto
O trabalho do arquiteto nesta área, é proporcionar a acessibilidade universal, conforto e a funcionalidade à todas as pessoas. Estes devem acomodar níveis de segurança ajustáveis a diferentes habilidades, resultando o mínimo de estresse pelo esforço físico, pelo movimento ou pela percepção sensorial. Qualquer indivíduo deve ter a liberdade de acesso e poder se adaptar às condições ambientais do espaço edificado e mobiliário.
Mas aí, surgem as dúvidas, as interposições de sinalização e excesso de informações instaladas pela necessidade de cumprir a legislação.
O que não precisa ser acessível
As áreas técnicas de serviço ou de acesso restrito, como casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico etc., não necessitam ser acessíveis.


